É indispensável estabelecer a ética como limite, privilegiar a boa informação, respeitar o interesse público e do público (...)
Lendo um texto, (Jornalismo de TV) na verdade os capítulos 1 e 2, do livro, material solicitado pela professora da disciplina de Telejornalismo, Cristina Mascarenhas deparei-me com o seguinte conceito que encabeça o presente texto e não pude deixar de fazer uma associação e alguns questionamentos.
Refiro-me ao caso da ex-professora, se é que posso assim referir-me, atual dançarina da banda O troco, apresentada pelo vocalista Mario Brasil.
Como já me posicionei, atribuo a algumas mídias, a proporção dada ao caso, e levantei esta questão ao tratar da atenção dada mediante ao valor da notícia.
E usando-me da ideia transmitida pelas escritoras, Luciana Bistane e Luciana Barcelar, no livro acima citado, levanto o seguinte questionamento: Foi levada em conta a ética, mediante a massificação por parte de alguns veículos, e até onde vai o interesse público, nesse caso o interesse do público não veio posterior ao valor atribuído a notícia dada pelos veículos, considerando uma escala de erros e errados, o começo nesses casos seria atribuído a quem
Considero que essas questões são crucias ante ao julgamento dado aos personagens envolvidos em tais eventos. Enquanto profissional, em formação, da área de comunicação vejo a necessidade de tais questionamentos, para que tais erros não continuem tomando espaço e relevância nos debates diários, temos muito a discutir e deveríamos aproveitar o tempo em questões com interesse, e de interferência mais coletiva.